A Criança em Ruínas

A Crian a em Ru nas Poesia

  • Title: A Criança em Ruínas
  • Author: José Luís Peixoto
  • ISBN: 9789895521685
  • Page: 464
  • Format: None
  • Poesia

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      464 José Luís Peixoto
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      Posted by:José Luís Peixoto
      Published :2019-07-23T22:38:33+00:00

    About "José Luís Peixoto"

    1. José Luís Peixoto

      José Luís Peixoto Is a well-known author, some of his books are a fascination for readers like in the A Criança em Ruínas book, this is one of the most wanted José Luís Peixoto author readers around the world.

    447 thoughts on “A Criança em Ruínas”

    1. É uma espécie de MORRESTE-ME,ou melhor,uma continuação.Sobre um 'eu' em ruínas e na escuridão!Palavras para intuirSol.Infinito.Amor.Tristeza e melancoliaVida!Pode ser lido várias vezes.Para aprender e apreender sentimentos.JLP com níveis elevados de excelência!Olhos nos olhos.Introspecçãoyoutu/EnPd8u8TXtw"estou só numa praça vazia sem mimao meu lado um livro que nada maistem a dizer numa praça que acordouantes da cidade para esta hora negrada manhã dou palavras aos pombosdou-lhes [...]


    2. no tempo em que éramos felizes não chovia.levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol manhãs eram um céu infinito. o nosso amorera as manhãs. no tempo em que éramos felizeso horizonte tocava-se com a ponta dos dedos marés traziam o fim da tarde e não víamosmais do que o olhar um do outro. brincávamose éramos crianças felizes. às vezes aindate espero como te esperava quando chegavascom o uniforme lindo da tua inocência. há muitotempo que te espero. há muito tempo que não vens.


    3. "()o pó será organizado um diada homem será uma chama nas estantes das bibliotecas.os olhares, os gestos, o que não soubemos explicar, as mãos,serão fumo por ordem alfabética um dia, depois de mim,estes versos serão ossosmudos e incompreensíveis flores sufocarão no ar que respirei árvores crescer-me-ão do peito. ()"


    4. "o poema não tem mais que o som do seu sentido,a letra p não é a primeira letra da palavra poema,o poema é esculpido de sentidos e essa é a sua forma,poema não se lê poema, lê-se pão ou flor, lê-se ervafresca e os teus lábios, lê-se sorriso estendido em milárvores ou céu de punhais, ameaça, lê-se medo e procurade cegos, lê-se mão de criança ou tu, mãe, que dormese me fizeste nascer de ti para ser palavras que nãose escrevem, Lê-se país e mar e céu esquecido ememória, lê [...]


    5. Conheci o autor, José Luís Peixoto, com a sua obra "Uma Casa na Escuridão" e desde então a sua escrita poética me cativou. Decidi experimentar um dos seus livros exclusivamente poéticos. Li este, "A Criança em Ruínas" num sopro! A escrita melancólica e fascinante do autor não permitem poisar este pequeno livro. Gostei muito.


    6. Li-o duas vezes em pouco menos de um mês, e irei certamente ler mais umas quantas. É uma daquelas bombas de criatividade para qualquer pessoa que goste de escrever, e uma bomba de sentimentos para qualquer pessoa que saiba sentir. Muito bom!


    7. Faz tempo que eu não lia poesia e eu adoro a escrita do autor que me conquistou com Morreste-me, tanto que meu livro veio de Portugal. Também adoro a pessoa, José Luis Peixoto é super simpático e tive a oportunidade de estar duas vezes com ele. Lógico que tem umas poesias que a gente gosta mais e outras nem tanto mas não teve nenhuma que não gostei. Adorei a forma que ele contou e pra mim ficou bem claro que essas poesias são bem pessoais, deixando o leitor mais próximo. Ótima leitura [...]


    8. "A Criança em Ruínas" é fiel ao seu título e retrata sobretudo momentos de solidão e nostalgia dessa "criança". Dei por mim a perguntar-me "até onde vai um poema?", e a imaginar as tardes e noites melancólicas em que estes poemas foram escritos, o alternar entre momentos de escrita calma e frenética à medida que as ideias se vão ligando ou simplesmente apresentando no papel."a palavra poema existe para não ser escrita como eu existopara não ser escrito, para não ser entendido, nem [...]


    9. Este é o terceiro livro que leio de José Luís Peixoto e por isso já lhe conheço o demarcado estilo poético. Mas este é o primeiro que leio como assumidamente poesia. Resultado: afirmou-se como um dos meus autores portugueses preferidos.É um livro para se ler num sopro, mas daqueles que nos marca à sua passagem.Num estilo inconfundível, em que está sempre presente a melancolia e a introspecção, José Luís Peixoto tem esta incrível capacidade de fazer-nos sentir com ele um sem fim d [...]




    10. Podia começar por dizer-vos que este podia muito bem ser um complemento - em poesia - do livro "Morreste-me"; uma vez que, alguns dos poemas apresentados abordam a temática da perda, da tristeza e da melancolia. José Luís Peixoto recua à sua infância e recorda o seu pai e a sua vida na ausência do mesmo.Este é um livro no qual o autor nos mostra textos poéticos referentes a várias fases da sua vida, onde aborda temáticas como: o amor, o desamor, a saudade, a felicidade, a solidão etc [...]


    11. fora do experimentalismo de "gaveta de papéis" e da natureza temática de "a casa, a escuridão", este livro é por si superior àqueles na perspetiva de que é a única obra refinada -, o cerne da poética do josé luís peixoto. não é propriamente um livro de poemas citáveis (talvez apenas aquele que começa "na hora de pôr a mesa, éramos cinco"), mas é sim um livro conciso e circunscrito. é em si um livro de solidões: em 1. a família, em 2. o próprio sujeito e em 3. o amor. a abrir [...]


    12. Superou todas e quaisquer expectativas que eu lhe pudesse guardar. Este pequeno livro de poesia divide-se em três partes, julgo eu: uma acerca da morte do pai de JLP e acerca da sua família, outra que se caracteriza pela introspecção profunda de si para si e um terceira sobre a relação do autor com, pelo que pareceu, a mãe de um dos seus filhos. Todas as três partes têm em comum serem extremamente tristes, como o título indica - "em ruínas". Sente-se desorientação do princípio ao f [...]


    13. Quem disse que poesia tem de rimar está enganado.Este livro é sem dúvida maravilhoso, dei por mim a imaginar cada momento de dor pelo qual o autor passava, sentado numa cadeira numa sala sozinho, apenas ele , a escrita e a dor imensa a servir de inspiração. É isso que este livro retrata, perdas de muito valor.Alguém que ame ler e escrever não consegue passar ao lado deste livro sem ficar emocionado.


    14. I had previously read some works of fiction from Peixoto, but this was my first try at one of its works in poetry.The book is composed of three chapters which can be described as chidlhood/nostalgia, growth/adulthood and love.In each one, Peixoto's simple and fluid writing takes through the "child" or soul doubts, tribulations, emotions in the three aspects of everyone live's.Full with a melancholy, typical in many of his works, it still is a beautiful tale of a soul's life.


    15. Uma poesia que se entranha debaixo das unhas, acobarda-se sob a mais fina camada da nossa pele e entrelaça-se apertadamente nos dedos e às vezes no pescoço. Que permeia-se nos sentimentos tangente e recita-se sussurrante no nosso pensamento.O poeta consegue pintar além de paisagens, pinta sensações. Muito bonito e pesado como o Morreste-me (talvez de forma mais saudavél desta vez).



    16. Tenho pena de não saber apreciar poesia. Mas esta poesia é quase prosa, assim como a prosa dele é quase poesia.


    17. Uma leitura que não se pode fazer de ânimo leve Mas vale muito a pena. Adorei, especialmente a última parte. Recomendo!


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